segunda-feira, 19 de outubro de 2009

PARE, ESCUTE, OLHE VIU O ESCURO DA SALA



Os bilhetes esgotaram logo pela manhã. Mesmo assim, perto das 23H, hora marcada para a estreia, algumas pessoas não arredavam pé da bilheteira.
Rodeados de amigos, colegas de profissão e outras pessoas, partilhámos o trabalho que fizémos ao longo de dois anos e meio pela primeira vez.
Ver aquelas imagens, pessoas, paisagens e estórias projectadas na tela, misturadas por banda sonora original, foi uma sensação única, de dever cumprido. Estamos muito felizes com este filme.
No final do filme, a emoção falava por si. Pare, Escute, Olhe é definitivamente um documentário de causas. Não vamos adiantar mais nada.
Hoje, às 18h30, é a sessão oficial no Doc Lisboa, na Culturgest.
Bem haja a todos!

4 comentários:

  1. Gostei imenso de ver o vosso excelente trabalho. Parabéns! Deixem-me dizer-vos que foram dois anos e meio de sacrifício, mas que ao ver este trabalho, digo-vos que valeu muito a pena. É um documentário com uma mensagem muito forte e um grande poder interventivo. Emoções e vidas reais, cujas dificuldades e especificidades são perfeitas desconhecidas na metropole. Realço a excelente fotografia. Parabéns e boa sorte para sábado!

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  2. Quero felicitar este documentário pela excelente realização e pela causa que ele abraça. Sentir que Portugal está cada vez mais desertificado no interior e que as políticas não vão ao encontro das necessidades das populações, não pode deixar ninguém indiferente.
    Este documentário tem a dimensão necessária para chegar a todos os Portugueses.
    O que se está a passar com a linha do Tua, não é inédito em Portugal. Em Vilarinho das Furnas, foi construida uma barragem que submergiu uma aldeia comunitária e única no país. Aquela região e o país não ganhou nada com a sua construção. Agora as entidades responsáveis pela linha do Tua estão a "matar" a linha (um património de identidade social e cultural).
    As barragens para produção de energia eléctrica produzem energia renovável (amiga do ambiente). Mas será amiga daquela população??
    Será amiga do património?? Será amiga duma identidade duma região??
    E qual é o plano da rede ferroviária nacional??
    Apenas construir redes de alta velocidade entre Lisboa-Porto-Madrid ou também dar ao interior oportunidades de desenvolvimento?
    Aqui não é uma questão de construir mas sim preservar o que temos... Existe potencial turístico e exige-se uma estratégia que dignifique a população de Trás-os-Montes.
    O progresso passa também pela preservação do que temos de bom...

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  3. Gostei muito do filme. Muitos parabéns. A apreciação, escrevi-a em http://anossaterrinha.blogspot.com/2009/10/linha-do-tua-pare-escute-olhe.html

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  4. Alguns dias e vários documentários depois, tenho de dizer que o Pare, Escute e Olhe continua a ser do melhor que vi até agora no DocLisboa. Honra lhe seja feita, merece ir para uma sala de cinema em qualquer lugar do mundo. Muitos parabéns.

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