terça-feira, 13 de abril de 2010

APELO AOS DEPUTADOS


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Para quem viu o documentário “Pare Escute Olhe" e se sentiu revoltado, eis mais uma forma de luta: escreva aos deputados - representantes do povo no Parlamento - e mostre a sua indignação.

7 comentários:

  1. Já postei no meu blog "mais esta forma de luta". Como alguém disse um dia "Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar."

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  2. Olá,
    O meu comentário nada tem a ver com o assunto do post, mas achei que devia contar-vos... Quando soube que a Lusomundo ia distribuir o V. filme, recuperei a crítica que lhe tinha feito depois de o ver em Coimbra e coloquei o link no meu perfil do Facebook. Desde essa altura tenho trocado mensagens sobre o filme com um amigo vitual americano chamado Richard P. McDonough. Conheço-o apenas virtualmente. Sei que ele é um agente literário, mas não faço ideia se também tem algo a ver com cinema ou não. De qualquer forma, ele ficou impressionadíssimo com o trailer e farta-se de repetir que é uma pena não conhecer a língua e que adoraria ver o filme legendado nos Estados Unidos. Não sei se farão esse investimento, mas lembrei-me que talvez fosse engraçado passarem a ser vocês a falar com ele. Este é o mail dele (disponível no perfil do Facebook): richardmcdonough@gmail.com. Também podem procurá-lo directamente no Facebook. Talvez se venha a revelar um contacto importante... Nunca se sabe... :) Boa sorte.

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  3. Parabens Jorge Pelicano e a toda a sua equipa que permitiu mostrar ao Mundo a "limpeza étnica" que tem vindo a ser feita há muitos anos em Trás os Montes.
    A Linha do Tua é só mais um capítulo,talvez o mais negro e irreversível.
    Não foi para este tipo de atrocidades que houve ABRIL em Portugal.
    É preciso fazer levantar este Povo contra os interesses de meia dúzia de priviligiados da Democracia.
    Jose Vicente
    (quem nao faz parte da luta,faz parte da derrota )

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  4. Ola.
    O meu nome é Nuno Magalhães tenho 19 anos estudo na Universidade do Minho e estou a comentar para o felicitar por este documentário.
    Sou da Região de Cabeceiras de Basto, mais concretamente de Arco de Baúlhe e também estamos a sofrer com o fecho da Linha Ferroviária do Tâmega, mas agora com este documentário ganhamos mais força e foi com esse intuito de unir a nossa região que criei á uns dias um Grupo no Facebook.
    Já agora chama-se Queremos a Abertura da Linha do Tâmega, e como toda a ajuda é pouca deixo aqui o nome do grupo.
    Gostava de saber se é possível e como fazê-lo para levar o Documentário ao auditório da Casa do Povo em Arco de Baúlhe.
    Obrigado
    Nuno Magalhães

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  5. a destruição do País é das coisas que mais me revolta
    já postei no blog nortadas
    e vamos fazer uma acção pública contra a destruição do sabor.
    parabéns pelo documentário
    Francisco Vellozo Ferreira

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  6. Nuno, envie o seu contacto para pare.escute.olhe@gmail.com

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  7. Olá!
    Tenho 19 anos e estudo na Universidade do Porto. O meu nome é Bruno Pereira e sou de Santa Marta de Penaguião.
    Tive oportuniadade de ver o documentário na passada terça-feira e saí da sala de cinema com um sentimento inexplicável.
    Ao ver a forma como as carruagens foram retiradas de Bragança em 1992, tive a confirmação que o "roubo" de carruagens em Vila Real (linha do Corgo, uma das linhas estreitas mais antigas do mundo) não tinha sido o primeiro realizado pela CP. Ao que parece, quando a situação o justifica, todos os meios são aprovados.
    Sim, porque falo de um concelho que também foi afectado pela política da CP. Com o pretexto de falta de segurança, durante a noite foram retiradas as carruagens da estação final da linha e uma série de povoações deixaram de ter o seu único meio de transporte público.
    Foi com repugnância que vi as intervenções feitas pelo deputado do PS eleito por Bragança. Foi com repugnância que assiti aos comentários do senhor José Socrates e do senhor que ganha 20 vezes mais do que ele. O primeiro, certamente confortado com a vida na capital, pouco se importará com a dos seus conterrâneos. Afinal de contas, tem de defender a unidade partidária, ou correrá o risco de ser recambiado para a terra à qual ele tanto ama. Os segundos, por simplesmente não se importarem com quem mora a tantos quilometros de distãncia, falam sem pudor do "deserto" que não tardará será inundado.
    Este documentário é um hino à identidade Transmontana. É um hino à nossa gente, à nossa maneira de estar, à nossa simplicidade e à verdade.
    Sofri ao ver aquela gente. Aquele também é o meu mundo e aquele também é o meu sotaque. Tenho orgulho em tudo isso.
    Gostava de poder encher o Auditório Municipal para que as pessoas da minha terra possam ter oportunidade a mesma oportunidade que eu tive.
    A ver vamos.
    Muito obrigado por esta obra de arte!

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