No meio da plateia reencontrámos a Bela e a Graça, amigas da Figueira da Foz, que nos levaram no dia seguinte ao fabuloso Mercado de Olhão e provar os pratos fortes desta terra, o belo peixe e marisco acabadinho de sair do mar. O dia terminou com um belo passeio de barco à Ilha da Armona, um belo pedacinho de terra no meio da Ilha Formosa aconselhável a um bom repouso.
No dia seguinte, subimos até ao Redondo, uma terra com um centro cultural fabuloso e outras obras incríveis como a bela praça de touros. A modernidade contrasta com as peças de olaria de Joaquim Pirraça, um oleiro que continua a moldar o barro e manter a tradição.
Na plateia gente de todas as idades que se identificaram com a temática do filme, pois também já sofreram com o encerramento de uma via-férrea.
Depois do “Ainda há Pastores?”, Panayotis, responsável pela programação, volta a exibir um trabalho nosso.
Horas depois já estávamos no Cinema City Alvalade, para uma conversa no final da sessão.
Em Faro a sessão correu muito bem, porque os presentes perceberam que por detrás de um excelente trabalho, estavam duas pessoas muito interessantes , que defendem apaixonadamente o genuíno interior de Portugal e a sua preservação.
ResponderEliminarAna Bela Moreira
Como transmontana adorava ver "Pare, escute, olhe".
ResponderEliminarGostaria de saber em que cinemas vai ser o filme exibido.
Pode acompanhar as exibições em www.pareescuteolhe.com
ResponderEliminarEstamos a tentar colocar em exibição no máximo de território nacional.