Mas ainda não tínhamos cumprido todas as missões. Faltava oferecer o DVD aos protagonistas.
Desta vez, sem câmara, o espaço era para convívio, matar saudades destas gentes, desta grande família. Não há palavras para descrever o calor humano. Em Trás-os-Montes estamos em casa. Apesar da pacatez, lá os minutos passam a correr. Foram muitos os laços inquebravéis ao longo destes três anos.
No regresso a Lisboa, na bagagem do nosso carro comercial, não havia espaço para mais nada. Batatas, alheiras, azeite, vinho, cebolas, castanhas. Não há gente igual a esta. Obrigado por tudo!
Obrigado pela luta
ResponderEliminarJosé Dias
zetor6@hotmaill.com
Miguel Torga descreveu-o como ninguem:
ResponderEliminarReino Maravilhoso.
Ontem vi o documentário no Fantasporto. A minha primeira viagem de comboio foi pela linha do Tua. Inquietou-me, porque a Terra e o Povo do qual descendo mereciam mais respeito daqueles que (des)governam.
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